
De acordo com a subsecretária Operacional de Transporte e Trânsito, da Secretaria de Transporte e Trânsito de Juiz de Fora (Settra), Roberta Ruhena Vieira, a queda na violência é fruto de três ações conjugadas: a implantação da bilhetagem eletrônica, a instalação de câmeras de segurança e a inversão do fluxo de passageiros nos ônibus. “Sempre defendemos que uma das vantagens destas mudanças seria inibir a ação de bandidos. E até o fim do ano, quando termina o prazo para que todos os veículos estejam equipados com câmeras, a expectativa é aumentar ainda mais a segurança”, afirma.
A subsecretária lembra que os vales-transporte de papel deixaram de ser comercializados em novembro do ano passado e só foram aceitos até o último dia 16 de junho. “Com a bilhetagem eletrônica, diminuiu o montante de dinheiro em espécie dentro dos ônibus. A inversão do fluxo de passageiros, com os usuários do transporte coletivo entrando pela porta da frente, também contribuiu para coibir os assaltantes, já que motorista e trocador ficaram mais próximos”, ressalta. Aliás, esta medida completou, nessa terça-feira, 2, um ano de implantação.
Quanto às câmeras, o objetivo primordial da instalação delas é, de fato, aumentar a segurança de quem utiliza e de quem trabalha nos ônibus urbanos. Atualmente, 236 dos 553 veículos do transporte coletivo de Juiz de Fora já estão equipados com o sistema. O restante tem prazo até dezembro deste ano para se adequar. De acordo com a lei, cada ônibus deve ter duas câmeras e as empresas têm que armazenar as imagens por pelo menos cinco dias.
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